Cenário dos valores de energia e tendência para 2017

Com a retração da economia no país de modo geral, o setor elétrico também sofreu estagnação nos números de consumo e aumento da oferta.

CENÁRIO DOS VALORES DE ENERGIA E TENDÊNCIAS DE AUMENTO PARA 2017

CENÁRIO DOS VALORES DE ENERGIA E TENDÊNCIAS DE AUMENTO PARA 2017

O ano de 2016 dá os seus últimos suspiros, e naturalmente surge a pergunta: o que esperar de 2017? Pensando nisso, questionamos: o que esperar de 2017 para o setor elétrico? Como ficarão os valores de energia? Quais suas tendências?
O ano de 2016 dá os seus últimos suspiros, e naturalmente surge a pergunta: o que esperar de 2017? Pensando nisso, questionamos: o que esperar de 2017 para o setor elétrico? Como ficarão os valores de energia? Quais suas tendências? Em 2016 com a forte retração da economia, vislumbramos um ano com crescimento do consumo de energia estagnado, isso mesmo: crescimento de 0% no consumo de energia com relação a 2015! Isso depois de uma queda de 1,8% de 2014 para 2015. Além disso, tivemos um aumento da geração de energia em torno de 9.000 MW com projetos que entraram em operação. Dessa forma, apesar da situação crítica dos reservatórios do Nordeste, segundo o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) Luiz Eduardo Barata, não teremos problemas com suprimento de energia pelos próximos 5 anos. Ademais, como estudado na economia, quando a oferta aumenta e a demanda diminui, tem-se uma queda nos preços. Para 2017 a projeção do crescimento do consumo é de 2,2%, uma redução de mais de 2MW em relação à 2º Revisão Quadrimestral de 2016. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) decidiu trabalhar com uma taxa de crescimento do PIB de 0,5%, quase 40% menor do que a taxa prevista pelo governo (0,8%). Essas informações, divulgadas no II Workshop sobre previsão de carga do Sistema Interligado Nacional (SIN), organizado pela EPE, pelo ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) fizeram os comercializadores e especialistas do setor elétrico reduzirem as projeções para os preços de energia de 2017. Na reportagem divulgada no jornal Valor Econômico, o grupo Compass Energia afirmou que os preços de contrato de energia para 2017 caíram mais de 10%. A consultoria GV Energy indicou queda de preço firme de contratos de mais de 25%. O presidente da consultoria da Thymos Energia alegou que se esperava uma queda no consumo, mas não dessa amplitude. Também, a expectativa de chuvas dentro da média e a recuperação mais lenta da economia deixarão os preços bem mais baixos. Para as indústrias que pensam em migrar para o mercado livre, essa queda de preços se mostra como um ótimo momento para fechar contratos e economizar na conta de energia. O resultado da estagnação do consumo, do aumento de geração e da expectativa de chuvas dentro da média é que muito provavelmente teremos bandeira verde até abril, ou seja, não haverá cobrança extra na conta de energia para os consumidores cativos. Ainda, o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) máximo aprovado pela ANEEL para 2017 é 26% maior do que o deste ano, isso eleva os valores mínimos para que se tenha acionamento das bandeiras amarela e vermelha. Um dos encargos pagos na nossa conta de energia, o PROINFA (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica), teve seu orçamento de 2017 aprovado pela ANEEL. Para o próximo ano seu valor será de R$ 3,3 bilhões, 8% mais baixo do que em 2016, que foi de R$ 3,6 bilhões. Mas nem todas as notícias para 2017 são boas. O custo em dólar da Energia de Itaipu sofreu um reajuste de 11,4%. O que será refletido nas contas de energia dos consumidores das regiões do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Em 2016 esse custo havia caído 32,27%. Apesar desse aumento, em reportagem do jornal O Globo, o diretor da ANEEL, André Pepitone, disse que “ao se considerar a tarifa em reais, poderá haver redução tarifária em razão da variação entre o dólar considerado na cobertura tarifária das distribuidoras e o realizado ao longo de 2017”. Com relação ao PLD, em 2017 serão utilizados novos parâmetros para o seu cálculo. Teremos o patamar único do custo de déficit de R$ 4.650,00/MWh a ser aplicado no planejamento da operação e na formação de preço a partir de janeiro de 2017 (aumento de 16,25% em relação ao de 2016). A aversão ao risco, representada nos modelos computacionais, terá alteração dos parâmetros para

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